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DEUS ESTÁ EM TODOS OS LUGARES


Nome:
andrade andrade 
Endereço (URL):
http://andrade_84pqd.uolk.com.br/
Sexo:
masculino  
Idade:
44 anos 



Livro de recados de andrade

Ana
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"Não é a força, mas a constância dos bons sentimentos que conduz os homens à felicidade."
Friedrich Nietzche
Feliz fim de semana.
Um beijo.
09:38 - 03/07/2009
Ana
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Eu vivo gritando Viva! Mas você parece não me ouvir. Sei que todos temos certa tendência neurótica em deixar as coisas como estão. Em salvar as aparências. Em manter as estruturas — mesmo que apodreçam. Quase todos demonstram uma enorme preguiça de viver. Nem queremos agitar as circunstâncias. Propendemos a deixar tudo como está, embora vivamos fazendo promessas de mudar o mundo.
Mas você vive adiando. Você chuta o agora. Você adia o instante. Você posterga o hoje. Deixa tudo pra depois. Até parece que você pensa que vai viver mil anos...
Mas não vai, não.
Edson Marques.



Doce quinta.

Um beijo.

10:09 - 25/06/2009

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Depoimentos sobre andrade

Ana
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"Andando, o principezinho encontrou um jardim cheio de rosas. Contemplou-as… Eram todas iguais à sua flor.E deitado na relva, ele chorou……
E foi então que apareceu a raposa:
- Bom dia, disse a raposa.
- Bom dia, respondeu polidamente o principezinho, que se voltou, mas não viu nada.
- Eu estou aqui, disse a voz, debaixo da macieira…
- Quem és tu? Perguntou o principezinho. Tu és bem bonita…
- Sou uma raposa, disse a raposa.
- Vem brincar comigo, propôs o principezinho. Estou tão triste…
- Eu não posso brincar contigo, disse a raposa. Não me cativaram ainda.
- Ah! Desculpa, disse o principezinho.
- Que quer dizer "cativar"?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços…"
- Criar laços?- Exatamente, disse a raposa.
Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo… Se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra. O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo…
A raposa calou-se e considerou por muito tempo o príncipe:
- Por favor… Cativa-me! Disse ela.
- Bem quisera, disse o principezinho, mas eu não tenho muito tempo. Tenho amigos a descobrir e muitas coisas a conhecer.
- A gente só conhece bem as coisas que cativou, disse a raposa. Os homens não têm mais tempo de conhecer alguma coisa. Compram tudo prontinho nas lojas. Mas como não existem lojas de amigos, os homens não têm mais amigos. Se tu queres um amigo, cativa-me!
- Que é preciso fazer? Perguntou o principezinho.
- É preciso ser paciente, respondeu a raposa. Tu te sentarás primeiro um pouco longe de mim, assim, na relva. Eu te olharei com o canto do olho e tu não dirás nada. A linguagem é uma fonte de mal-entendidos. Mas, cada dia, te sentarás mais perto…
No dia seguinte o principezinho voltou.
- Teria sido melhor voltares à mesma hora, disse a raposa. Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. E quanto mais perto for da hora, mais feliz me sentirei. Às quatro horas, então, estarei inquieta e agitada: descobrirei o preço da felicidade! Mas se chegares a uma hora qualquer, eu nunca saberei a que horas é que hei-de começar a arranjar o meu coração, a vesti-lo, a pô-lo bonito… São precisos rituais.
- Que é um ritual? Perguntou o principezinho.
- É uma coisa muito esquecida também, disse a raposa. É o que faz com que um dia seja diferente dos outros dias; uma hora, das outras horas.
(…)Assim o principezinho cativou a raposa. Mas, quando chegou a hora da partida, a raposa disse:
- Ai! – Exclamou a raposa
– Ai que me vou pôr a chorar…
- A culpa é tua, disse o principezinho. Eu não te queria fazer mal; mas tu quiseste que eu te cativasse…
- Pois quis.
- Mas agora vais-te pôr a chorar!
- Pois vou
- Então não ganhaste nada com isso!
- Ai isso é que ganhei! Disse a raposa. Por causa da cor do trigo… Anda, vai ver outra vez as rosas. Vais perceber que a tua é única no mundo. Quando vieres ter comigo, dou-te um presente de despedida: conto-te um segredo. (…)
- Adeus…
- Adeus, disse a raposa. Vou-te contar o tal segredo. É muito simples: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível para os olhos…O essencial é invisível para os olhos – repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Foi o tempo que tu perdeste com a tua rosa que tornou a tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa… Repetiu o principezinho, para nunca mais se esquecer.
- Os homens já se esqueceram desta verdade, disse a raposa. Mas tu não te deves esquecer dela. Ficas responsável para todo o sempre por aquilo que cativas. Tu és responsável pela tua rosa…"

trecho do Pequeno príncipe
Ana
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Existem mãos que sustentam e mãos que abalam.
Mãos que limitam e outras que ampliam.
Mãos que denunciam e mãos que escondem os denunciados.
Mãos que se abrem e outras que se fecham.

Existem as mãos que afagam e as mãos que agridem.
Mãos que ferem e outras que cuidam das feridas.
Mãos que destroem e mãos que edificam.
Mãos que batem e outras que recebem as pancadas dos outros.

Existem mãos que apontam e guiam e mãos que desviam.
Mãos que são temidas e outras que são desejadas e queridas.
Mãos que dão arrogância e mãos que se escondem ao dar.
Mãos puras e outras que carregam censuras.

Existem mãos que escrevem para promover e mãos que escrevem para ferir
Mãos que pesam e outras que aliviam
Mãos que operam e curam e mãos que "amarguram"

Existem mãos que se apertam por amizade e mãos que se empurram por ódio
Mãos furtivas que traficam destruição e outras amigas que desviam da ruína.
Mãos finas que provam dor e mãos rudes que espalham amor.

Existem mãos que se levantam pela verdade e outras que encarnam a falsidade
Mãos que oram e imploram e mãos que "devoram"

Mãos de Caim que matam
Mãos de Jacó que enganam
Mãos de Judas que entregam
Mas existem também as mãos de Simão, que carregam a cruz
E as mãos de Verônica, que enxugam o rosto de Jesus.

Onde está a diferença??
Não está nas mãos, mas no coração.
É a mente transformada que dirige a mão santificada e delicada.
É a mente agradecida que transforma as mãos em instrumento de graça.

Mãos que se levantam para abençoar,
Mãos que baixam para levantar o caído,
Mãos que se estendem para amparar o cansado.
São como as mãos de Deus que criam, guiam e salvam;
Que nunca faltam.

Existem mãos ...e mãos...
E agora responda
As tuas, quais são?
De quem são?
E o mais importante,
Para que são?
Já pensou sobre isso.....

Autor Desconhecido

Ana
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Para que serve um amigo?
Para rachar a gasolina,
emprestar a prancha, recomendar um disco,
dar carona para festa, passar cola,
caminhar no shopping, segurar a barra?
Todas as alternativas estão corretas,
porém isso não basta para guardar
um amigo do lado esquerdo do peito.
Milan Kundera, escritor tcheco,
escreveu em seu último livro, "A Identidade",
que a amizade é indispensável
para o bom funcionamento da memória
e para a integridade do próprio eu.
Chama os amigos de testemunhas do passado
e diz que eles são nosso espelho,
que através deles podemos nos olhar.
Vai além: diz que toda amizade
é uma aliança contra a adversidade,
aliança sem a qual o ser humano
ficaria desarmado contra seus inimigos.
Verdade verdadeira.
Amigos recentes custam a perceber essa aliança,
não valorizam ainda o que está sendo contraído.
São amizades não testadas pelo tempo,
não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades
ou se serão varridos numa chuva de verão.
Veremos.
Um amigo não racha apenas a gasolina:
racha lembranças,
crises de choro, experiências.
Racha a culpa, racha segredos.
Um amigo não empresta apenas a prancha.
Empresta o verbo, empresta o ombro,
empresta o tempo,
empresta o calor e a jaqueta.
Um amigo não recomenda apenas um disco.
Recomenda cautela, recomenda um emprego,
recomenda um país.
Um amigo não dá carona apenas para festa.
Te leva para o mundo dele,
e topa conhecer o teu.
Um amigo não passa apenas cola.
Passa contigo um aperto,
passa junto o reveillon.
Um amigo não caminha apenas no shopping.
Anda em silêncio na dor,
entra contigo em campo,
sai do fracasso ao teu lado.
Um amigo não segura a barra, apenas.
Segura a mão, a ausência,
segura um confissão, segura o tranco,
o palavrão, segura o elevador.
Duas dúzias de amigos assim ninguém tem.
Se tiver um, amém !

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Cartões de andrade

†±MeninaTravessa±†
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Rogério Doki
Senti saudades de você ao acordar,
e esta saudade se arrastou o dia todo,
e por mais que eu tenha tentado,
você não me saiu do pensamento.

Eu gosto muito de vc!
Lindo final de semana
beijos
Fla
##########///////#############
09:52 - 28/05/2009

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